E por aqui....
Esse blog começou com o Vida Verde de Uma Família Colorida, que acabou.
Agora com uma nova abordagem, mais liberdade e os mesmos assuntos: maternidade, filhos, consciência, ecologia.
Ah, e claro, os mesmos motivos: pelo futuro dos meus filhos. E dos seus. E dos outros.
Eu sou a Thais, mãe da Melissa (7 anos), do João (5 anos) e do Zé (3 anos), casada com o Bhuda, morando na Nova Zelândia!
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Um parto....
por thais
A Rosana teve sua mais nova filha, Clara, nesse final de semana. E mais de 100 pessoas acompanharam o parto, que estava sendo transmitido ao vivo pela internet.
Um parto domiciliar, com as crianças mais velhas correndo pela casa, marido ajudando, amigas participando.
E muita gente vendo.
Eu preciso dizer o quanto eu admiro a Rô e o Cleber por terem dado a chance de todos verem que um parto não é um bicho de sete cabeças. Eles abriram as portas da sua casa para mostrar a todos como nasce um bebê. Como deveriam nascer os bebês.
Simples, cercado de amor, de carinho, de cuidados.
Um parto liso e rápido.
E lindo!
Me fez ficar grudada no computador por muito mais tempo do que eu deveria. Nem fui por as crianças na cama, haha, tadinhos. Marido taí pra isso.
O triste foi que tiraram do ar bem no expulsivo (na hora em que a mulher começa a sentir vontade de fazer força e deixar o bebê nascer), por nudez. Triste que amamentação e parto ainda sejam tamanho tabu, enquanto coisas muito, muito terríveis continuam a ser transmitidas sem limites. Não sei se eles queriam que o bebê nascesse com ela de calça comprida ou se queriam uma tarja preta ridícula para esconder o que não precisa ser escondido.
Mas enfim, logo depois do nascimento, eles voltaram ao ar, pela twitcam e a gente pode acompanhar os primeiros momentos da Clarinha em sua nova família e isso também foi muito emocionante.
AS crianças mais velhas brincando, o pai mais relaxado, dando bronca, hahahahahah, Rosana conversando, amamentando, apresentando o bebê aos outros filhos.
Tudo lindo, como deveria sempre ser.
Rô, parabéns, viu?
Amei a experiência. E eu queria muito ter estado com vocês aí nesse dia tão especial. E depois, também, para ajudar um pouco.
Obrigada, amiga.
Beijo.
Um parto domiciliar, com as crianças mais velhas correndo pela casa, marido ajudando, amigas participando.
E muita gente vendo.
Eu preciso dizer o quanto eu admiro a Rô e o Cleber por terem dado a chance de todos verem que um parto não é um bicho de sete cabeças. Eles abriram as portas da sua casa para mostrar a todos como nasce um bebê. Como deveriam nascer os bebês.
Simples, cercado de amor, de carinho, de cuidados.
Um parto liso e rápido.
E lindo!
Me fez ficar grudada no computador por muito mais tempo do que eu deveria. Nem fui por as crianças na cama, haha, tadinhos. Marido taí pra isso.
O triste foi que tiraram do ar bem no expulsivo (na hora em que a mulher começa a sentir vontade de fazer força e deixar o bebê nascer), por nudez. Triste que amamentação e parto ainda sejam tamanho tabu, enquanto coisas muito, muito terríveis continuam a ser transmitidas sem limites. Não sei se eles queriam que o bebê nascesse com ela de calça comprida ou se queriam uma tarja preta ridícula para esconder o que não precisa ser escondido.
Mas enfim, logo depois do nascimento, eles voltaram ao ar, pela twitcam e a gente pode acompanhar os primeiros momentos da Clarinha em sua nova família e isso também foi muito emocionante.
AS crianças mais velhas brincando, o pai mais relaxado, dando bronca, hahahahahah, Rosana conversando, amamentando, apresentando o bebê aos outros filhos.
Tudo lindo, como deveria sempre ser.
Rô, parabéns, viu?
Amei a experiência. E eu queria muito ter estado com vocês aí nesse dia tão especial. E depois, também, para ajudar um pouco.
Obrigada, amiga.
Beijo.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Blogagem Coletiva: Pelo Empoderamento Feminino no Parto!
por thais

A Rô, de quem já falei por aqui, propôs essa blogagem coletiva e eu não tenho como ficar de fora.
Todo mundo está careca de saber que eu sou defensora ferrenha de partos onde a mulher seja a figura principal, onde as vontades, os desejos, as necessidades sejam respeitados.
Eu tive uma cesárea péssima. Onde eu não fui respeitada, fui enganada, fui cortada e tive minha filha arrancada de mim. E fui porque quis, mesmo sentindo aquela pulga atrás da orelha.
Depois disso, não consegui manter meus olhos fechados.
Meus dois outros filhos nasceram em casa, como eu desejei, naquela hora. Nasceram quando estavam prontos e trabalharam comigo, muito, para nascerem. Mel viu os dois irmãos nascerem. Esteve comigo o tempo todo e eu acho que nada desse mundo era mais importante para mim.
O nascimento de uma nova criança na família é um evento familiar e eu não consegui imaginar ter que ficar longe dela por dias para que isso acontecesse.
E esse foi o primeiro motivo pelo qual eu quis ter os meninos em casa.
Depois porque nunca mais ia deixar alguém me afastar do novo bebê logo após o nascimento, enchê-lo de remédios, vacinas, colírios, glicose, bercinhos aquecidos e ainda me dizer que eles me trariam o bebê quando fosse a melhor hora. Eu queria ter meus filhos comigo o tempo todo e, desculpem, eu cuido melhor deles do que qualquer enfermeira de berçário.
E porque eu queria ser eu, ué! Queria poder me mexer, me sentir confortável, sentir, gritar, xingar, chorar, rir, comer, fazer xixi, cocô. Queria sentir meu corpo trabalhando, meu bebê se mexendo comigo, tentando nascer. Queria ouvir meu corpo e fazer o que ele mandava, sem pensar, sem racionalizar, sem duvidar.
Eu ACREDITEI que eu podia parir, que meu corpo funcionava, que eu nasci para isso. Eu sabia que era seguro: eu li, pesquisei, me informei, questionei, conversei, discuti e decidi.
Eu confiei em mim, no meu poder de decidir, nas minhas escolhas, no meu marido, nos profissionais que me ajudaram.
E nós conseguimos.
Eu não estou fazendo apologia ao parto domiciliar, OK? Estou fazendo apologia ao parto consciente. A gente tem a obrigação de saber como funcionam as coisas, quais são as melhores opções para nós, para os nossos bebês, para a nossa família. A gente TEM que decidir. E também tem que aceitar as consequências. Se você escolhe uma cesárea eletiva consciente, ótimo. Aceitando as consequências, perfeito. Se você escolhe, como a Rô, um parto domiciliar desassistido, maravilha! Vale do mesmo jeito. Os riscos existem em todo e qualquer parto. A gente só precisa escolher qual deles a gente está afim de aceitar.
--------------------------------------------
As regras para essa blogagem coletiva eram a de passar links com coisas interessantes sobre o parto natural.
Eu já escrevi sobre o parto natural e a ecologia.
No Materna Japão tem muita, muita informação sobre o assunto.
No Empoderando também.
No GAMA tem muita coisa boa. Foi onde eu comecei.
E também no Amigas do Parto.
Também aprendi muito com as mulheres do Parto do Princípio.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Rapidinha....
por thais
Uma coisa que eu faço pouco, mas que costumava fazer bem mais e ajudava muito é congelar comida.
Sabe quando você vai fazer alguns brócolis no vapor? Faz um pouco a mais e congela. Quando você cozinha arroz, idem. Congelando em porções, por exemplo, pra uma pessoa, você poupa tempo, dinheiro, gás e tem sempre uma comidinha pronta para algum dia de preguiça.
Eu costumava fazer isso e me ajudava muito.
Agora só preciso refazer meu estoque de potinhos para recomeçar a congelar, porque é muito prático.
Hoje, no meu congelador tem molho de tomate, caldo de legumes da Pat Feldman, gyoza caseiro, frozen yogurt e algumas carnes.
Ajuda, viu?
E para mandar no lanche e almoço da escola, é só tirar do congelador no dia (se for verão) ou na noite anterior. Mas o ideal, para diminuir a perda de propriedades, é descongelar na geladeira, por umas 12 horas. Para isso, eu precisaria aprender a planejar melhor as coisas. he he he he.
Sabe quando você vai fazer alguns brócolis no vapor? Faz um pouco a mais e congela. Quando você cozinha arroz, idem. Congelando em porções, por exemplo, pra uma pessoa, você poupa tempo, dinheiro, gás e tem sempre uma comidinha pronta para algum dia de preguiça.
Eu costumava fazer isso e me ajudava muito.
Agora só preciso refazer meu estoque de potinhos para recomeçar a congelar, porque é muito prático.
Hoje, no meu congelador tem molho de tomate, caldo de legumes da Pat Feldman, gyoza caseiro, frozen yogurt e algumas carnes.
Ajuda, viu?
E para mandar no lanche e almoço da escola, é só tirar do congelador no dia (se for verão) ou na noite anterior. Mas o ideal, para diminuir a perda de propriedades, é descongelar na geladeira, por umas 12 horas. Para isso, eu precisaria aprender a planejar melhor as coisas. he he he he.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Uma semana depois.....
por thais

Recebi esse selo da Ana Cláudia, do O Futuro do Presente e achei que era hora de voltar.
A verdade é que eu ODEIO dirigir. Morro de medo e não tem jeito. E eu tenho levado as crianças para a escola (e buscado, obviamente) todos os dias. Eu fico emocionalmente esgotada. ha ha ha ha.
Eles têm ficado durante 6 horas na escola e eu morro de saudades e, quando voltam, eu não consigo fazer outra coisa.
E enquanto eles estão na escola, tenho um pentelhinho acostumado a ter companhia o dia inteiro querendo que eu fique com ele.
Daí fico sem tempo nenhum, mesmo.
Agora, como entramos na segunda semana, acho que consigo me organizar melhor (ou não).
Voltando ao assunto e parando com as desculpas, Ana, obrigada pelo selo! Fiquei honrada e muito feliz!
E, para continuar, eu preciso passar o selo para alguma mãe que esteja blogando por um mundo melhor.
Pensei um tempão e decidi pela minha linda e corajosa amiga Rosana Oshiro, que é ainda mais corajosa, porque está prester a ter seu quinto bebê!
A Rô é minha companheira (e chefe, hahahahahah) no Materna Japão. Mulher de muita coragem e vontade. Está agora no blog Empoderando, lutando pela maternidade como ela deve ser: nossa, verdadeira e cheia de amor.
(e Rô, você só precisa passar o selo adiante)
Acho que é o primeiro selo desse blog e deixa a gente com vontade de fazer melhor. ha ha ha ha.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Brinquedo pra quê?
por thais
Até um tempinho atrás, eu achava que criança precisava de brinquedo. Eles sempre gostaram de brincar com tupperwares, panelas, colheres de pau, pano de chão, mas nunca tinham deixado de brincar com os brinquedos.
Claro que, com a quantidade absurda de brinquedos que eles têm, eles nunca brincavam com todos.
E nunca guardavam tudo.
Quando viemos para cá, trouxemos 10 brinquedos de cada criança, escolhidos por eles mesmos.
Não importava se eram caros, baratos, grandes, pequenos, lindos, feios, novos, velhos, inteiros ou quebrados: eles escolheram sozinhos. E viemos. Ainda empacotamos muitos outros para virem na mudança. Eu tinha certeza de que ia precisar deixar jogar muito videogame e ver muito DVD enquanto os outros brinquedos não chegavam, mas estava enganada.
Hoje eles brincam com os brinquedinhos deles, claro, mas também brincam imaginando: é espada de colher de pau, é comidinha de pedra, sushi de conchas, bolo de cesta de roupas, aquário de banquinho, corridas, shows, passeios de carro imaginário para a neve (na nossa cama com o cobertor branco), trens feitos de canetinhas, mamães, papais e filhinhos, cangurus, guaxinins, macacos, procurar bichos no quintal, .....
Isso é tão legal! Eu achava que meus filhos não iriam nunca saber inventar, imaginar, criar, porque eles não foram criados assim: sempre tiveram brinquedos para todas as situações. Mas eles conseguem. Crianças são assim, mutantes. Nada mais lindo!
Outra coisa que eu posso dizer sobre a falta de brinquedos é que eles aprenderam a se dar melhor. Brigam menos, porque os poucos brinquedos que vieram são de todo mundo. Todo mundo brinca junto. Claro que um ainda puxa da mão do outro, mas nada que uma conversa e um abraço apertado não resolva.
E quer saber o que mais: eles jogam muito pouco videogame (uma ou duas vezes por semana, por meia hora, quarenta minutos) e nunca mais pediram DVD.
Todo mundo mais calmo, mais amigo, mais feliz.
Se você tiver a oportunidade, faça a experiência: tire brinquedos quebrados, não usados do caminho. Guarde videogames e DVDs longe do alcance da vista dos pequenos. E não interfira! Deixe que eles brinquem livremente, inventem, imaginem.
Aqui em casa, o saldo foi 100% positivo.
Texto escrito para o blog Materna Japão.
Claro que, com a quantidade absurda de brinquedos que eles têm, eles nunca brincavam com todos.
E nunca guardavam tudo.
Quando viemos para cá, trouxemos 10 brinquedos de cada criança, escolhidos por eles mesmos.
Não importava se eram caros, baratos, grandes, pequenos, lindos, feios, novos, velhos, inteiros ou quebrados: eles escolheram sozinhos. E viemos. Ainda empacotamos muitos outros para virem na mudança. Eu tinha certeza de que ia precisar deixar jogar muito videogame e ver muito DVD enquanto os outros brinquedos não chegavam, mas estava enganada.
Hoje eles brincam com os brinquedinhos deles, claro, mas também brincam imaginando: é espada de colher de pau, é comidinha de pedra, sushi de conchas, bolo de cesta de roupas, aquário de banquinho, corridas, shows, passeios de carro imaginário para a neve (na nossa cama com o cobertor branco), trens feitos de canetinhas, mamães, papais e filhinhos, cangurus, guaxinins, macacos, procurar bichos no quintal, .....
Isso é tão legal! Eu achava que meus filhos não iriam nunca saber inventar, imaginar, criar, porque eles não foram criados assim: sempre tiveram brinquedos para todas as situações. Mas eles conseguem. Crianças são assim, mutantes. Nada mais lindo!
Outra coisa que eu posso dizer sobre a falta de brinquedos é que eles aprenderam a se dar melhor. Brigam menos, porque os poucos brinquedos que vieram são de todo mundo. Todo mundo brinca junto. Claro que um ainda puxa da mão do outro, mas nada que uma conversa e um abraço apertado não resolva.
E quer saber o que mais: eles jogam muito pouco videogame (uma ou duas vezes por semana, por meia hora, quarenta minutos) e nunca mais pediram DVD.
Todo mundo mais calmo, mais amigo, mais feliz.
Se você tiver a oportunidade, faça a experiência: tire brinquedos quebrados, não usados do caminho. Guarde videogames e DVDs longe do alcance da vista dos pequenos. E não interfira! Deixe que eles brinquem livremente, inventem, imaginem.
Aqui em casa, o saldo foi 100% positivo.
Texto escrito para o blog Materna Japão.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Uma coisa legal da escola
por thais
A professora pediu hoje para a gente mandar uma fruta inteira todos os dias.
E pediu a fruta inteira.
O que é bem melhor, porque há uma perda menor de nutrientes, a fruta continua mais bonita e conserva mais.
Daí ela explicou: cada aluno traz uma fruta, eles cortam tudo na hora e todos os alunos podem comer um pouco de cada fruta.
Legal, né?
E pediu a fruta inteira.
O que é bem melhor, porque há uma perda menor de nutrientes, a fruta continua mais bonita e conserva mais.
Daí ela explicou: cada aluno traz uma fruta, eles cortam tudo na hora e todos os alunos podem comer um pouco de cada fruta.
Legal, né?
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
A lancheira da Melissa
por thais
Hoje foi o primeiro dia de aula da Mel. Apesar de nervosa, ela ficou bem e feliz por lá.
Minha menina é super forte, viu?
Mas voltando, a lancheira: foi complicado decidir, porque tinha 8000 opções (e isso é ótimo, ha ha ha, mas eu fico indecisa) e a Mel tem umas frescuras complicadas, tipo não gosta de queijo, tomate, abacate, uva, abóbora e mais algumas coisas bem comuns em lancheiras infantis.
Daí, vasculhei em todos os sites que vocês me indicaram e fui ver alguns em japonês.
E perguntei pra ela, que, afinal, é quem vai comer. E ela quis onigiri (é bolinho de arroz, he he he).
Mandei onigiri com katsuobushi e shoyu, sticks de cenoura com maionese e um omelete. E, de lanche, uma banana.
Amanhã vou tentar um sanduíche. ha ha ha. Veremos no que vai dar.
Minha menina é super forte, viu?
Mas voltando, a lancheira: foi complicado decidir, porque tinha 8000 opções (e isso é ótimo, ha ha ha, mas eu fico indecisa) e a Mel tem umas frescuras complicadas, tipo não gosta de queijo, tomate, abacate, uva, abóbora e mais algumas coisas bem comuns em lancheiras infantis.
Daí, vasculhei em todos os sites que vocês me indicaram e fui ver alguns em japonês.
E perguntei pra ela, que, afinal, é quem vai comer. E ela quis onigiri (é bolinho de arroz, he he he).
Mandei onigiri com katsuobushi e shoyu, sticks de cenoura com maionese e um omelete. E, de lanche, uma banana.
Amanhã vou tentar um sanduíche. ha ha ha. Veremos no que vai dar.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Granola - nova fornada
por thais
Eu fiz uma nova fornada de granola e, gente, ficou uma de-lí-cia!
Coloquei em fogo bem mais baixo (o forno aqui é elétrico) e assei por mais ou menos uma hora. Douradinha, linda e uma delícia! Até as crianças comeram um pouquinho e, toda hora que me vêem beliscando (eu tenho problemas, gente), correm pra pedir um pouquinho.
Vale a pena, viu? Super fácil de fazer e dura um tempão, se guardar direito.
Coloquei em fogo bem mais baixo (o forno aqui é elétrico) e assei por mais ou menos uma hora. Douradinha, linda e uma delícia! Até as crianças comeram um pouquinho e, toda hora que me vêem beliscando (eu tenho problemas, gente), correm pra pedir um pouquinho.
Vale a pena, viu? Super fácil de fazer e dura um tempão, se guardar direito.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Comida pra escola
por thais
A Mel vai pra escola e, aqui, eles almoçam na escola.
Só que eu tenho que mandar o almoço. E um lanchinho pra manhã.
Agora me digam: o que se manda pra almoçar em escola ocidental? huahauha
Eu sei o que fazer quando preciso mandar um obentô, mas não sei fazer sanduíche. Sério.
Alguma ideia de um lanche saudável, gostoso e que não estrague no verão?
Hu hu hu. Não quero nem ver quando forem 3!
Só que eu tenho que mandar o almoço. E um lanchinho pra manhã.
Agora me digam: o que se manda pra almoçar em escola ocidental? huahauha
Eu sei o que fazer quando preciso mandar um obentô, mas não sei fazer sanduíche. Sério.
Alguma ideia de um lanche saudável, gostoso e que não estrague no verão?
Hu hu hu. Não quero nem ver quando forem 3!
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
O seu celular fica ligado 24/7?
por thais
O meu fica.
Eu quase nunca uso, de verdade, mas o celular fica ligado.
Não porque eu talvez receba uma ligação importante, mas porque eu esqueço o troço dentro da bolsa e nunca lembro de desligar.
Tudo bem que eu carrego uma vez a cada duas semanas (para vocês verem o quanto eu uso), mas é uma energia gasta à toa, né? Se eu não vou usar, porque ele tem que ficar ligado?
E olha que eu nunca tinha percebido o quão idiota é manter o negócio ligado até ler no blog da Tathi. hu hu hu....
Nota: Desligar o celular, desligar o celular, desligar o celular......
(tirando que faz mal, né? principalmente perto de crianças! quem dorme no mesmo quarto que os filhos deveria sempre desligar o celular. sempre!!!)
sábado, 22 de janeiro de 2011
Antissépticos aqui de casa.
por thais
Quem não se lembra daquelas propagandas de antigamente, onde a criança se machucava, a mãe vinha com um potinho de antisséptico e passava?
E quem não se machucou e teve que aguentar a dor horrível daquele troço entrando e queimando o machucado por dentro? huahau. Eu tive.
Claro que não vale passar em todo e qualquer machucadinho, OK? A maioria se cura só com uma lavadinha rápida. Quando o machucado é maior, ou está com uma cara estranha, aí vale usar um antisséptico.
Agora, simplifiquei minha vida e faço assim: quando machuca, molho o paninho/algodão/gaze em água e pingo uma gotinha ou da tintura mãe de calêndula ou do óleo de tea tree e e passo. Se precisar cobrir, cubro com gaze, mas é raro, viu?
Mas por que não usar aqueles remedinhos mágicos de farmácia, que vem prontos, em spray?
EU não uso, porque eles contém muitos remédios, muitas substâncias que não são, nem de longe, seguras. Arrepia só de pensar em passar aquele monte de troço direto em uma ferida exposta, que já vai direto pra corrente sanguínea, fazer todo o mal que pode. Urgh.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Eu e minhas obsessões
por thais
Vi esse post no Ecorazzi, da Miranda Kerr amamentando o bebê lindo e recém nascido e meu peito encheu. hauhauahuaha
OK, já não amamento ninguém há uns 6 meses, mas ainda sinto, de vez em quando ainda sinto o formigamento característico do peito enchendo.
Tão bom amamentar... tão gostoso ver o bebê procurando o peito.....
Uh, sai de mim, vontadezinha! Sai sai sai!
domingo, 16 de janeiro de 2011
3 coisas que toda mãe deve ter.... (versão Thais)
por thais
- Na bolsa: ecobag, garrafa de água (de preferência de inox ou plástico bpa-free) e uma toalhinha.
- No carro (se tem carro, claro): uma mala com uma troca de roupa para cada membro da família, chapéu e um saco/caixa para colocar os sapatos das crianças quando entram no carro (evita encher o carro de areia, barro e etc).
- Em casa: bicarbonato de sódio, vinagre de maçã e computador, que sem esse, eu não vivo.
- No guarda-roupas: roupas iguais, de cores diferentes (porque é mais fácil comprar e depois escolher o que usar assim), uma blusinha (afe, como chama a parte de cima do twin-set?) para cobrir toda mancha da camiseta sem precisar trocar e uma calça jeans para não precisar depilar as pernas.
- No banheiro: óleo de coco (é ótimo pros cabelos e pra pele, sério, além de seguro!), esponja vegetal e bicarbonato de sódio.
- Na cabeça: "eu tenho a força", "1, 2, 3, 4, 5, ...." e "o que pode ser feito amanhã pode ficar para amanhã".
Alguém tem mais alguma coisa?
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Continuando a série dos meus pecados ecológicos... Café da manhã
por thais
O que vocês comem no café da manhã?
Gente, eu não consigo acordar feliz, fazer aquele café da manhã delicioso e saudável e comer bem.
De verdade.
Eu acordo emburrada, com tontura de pressão baixa e preciso comer qualquer coisa logo. As crianças também não acordam muito depois de mim, então todo mundo come a mesma coisa: em geral, pão com manteiga ou nutella (hehehehehe) e um suco (pronto).
Quando eu faço bolo (que também não é saudável, mas é home made, ehhehe), eles comem bolo. Mas como eu não faço muito.... De veeeeeez em quando eles comem um cereal com fruta, mas é raro.
Preciso urgente de ideias fáceis, rápidas e milagrosas. huahauahuhua
(OK, tudo isso acaba em fevereiro, porque vou ter que mandar almoço e lanche para a Mel levar à escola...)
sábado, 8 de janeiro de 2011
Um dia atrasado, mas ainda sim....
por thais
Cheguei aqui na Nova Zelândia e o marido me mostrou uma marca de produtos, a EcoStore.
Não fiquei impressionada, porque, né.... Tinha visto tantas marcas "eco" que nem dei bola. Mas como a gente precisava de um xampú, um sabonete, sabão em pó, etc etc, fui ver os ingredientes.
Assustei porque não tinha nada do que era... hum, nocivo.
Daí peguei outro xampú, da mesma marca. E o condicionador. O detergente. O hidratante, o sabão em pó, o desinfetante, e tudo o mais. Adivinha? Na-da!
Adorei! Comprei. E testei. Os cabelos ficam ótimos, diferente do que acontece com algumas marcas que se dizem eco. O sabonete é ótimo, apesar de eu usar só de vez em quando. E tudo o mais da marca é ótimo!
Claro que aqui também tem marcas "eco" falsas, e essas não entram aqui em casa, mas tem várias marcas realmente boas.
No Brasil, eu só usava nas crianças as coisas da Millebolleblu. E a pasta de dentes e alguns óleos e remédios da Weleda. De resto, eu comprava e usava o que não se dizia ecológico: melhor uma marca que não mente, né?
No Japão, como não tinha nada bom (e nada é na-da mesmo), eu ficava sem. Banho sem sabonete: uma boa esponja VEGETAL e um óleo (pode ser óleo de girassol, de gergelim, de lavanda, de qualquer coisa que não seja muito grudenta, tipo azeite de oliva) fazem o serviço. Pouco óleo, só para a esponja deslizar. Vinagre e bicarbonato no lugar do xampú e do condicionador, eu não consegui usar. Não rolou na minha cabeça, mas as crianças usavam. Óleo de coco pra hidratar o corpo e os cabelos.
EU acho que, se for pra ter uma coisa duvidosa, melhor não ter.
(mas eu usava, em mim, o xampú comum)
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Crianças e o Consumo
por thais
Quem nunca saiu por aí com os filhos (ou com sobrinhos, amigos dos filhos, filhos dos amigos...) e recebeu pedidos, súplicas e choros por causa de um brinquedo, um doce, uma revistinha......?
E quem nunca presenciou uma criança choramingando ou dando um showzinho porque queria alguma coisa?
É muito comum, hoje em dia, ver crianças querendo tudo e pais comprando. "Só um brinquedinho/docinho".
Hoje em dia, difícil é não comprar.
Com crianças pequenas, a situação é complicada, porque eles não entendem. Eles não entendem porque pode-se comprar alface e não um pacote de M&M's. Ou a gente não faz compras com eles, ou aceita que vai ter choro.
Com o tempo, muita paciência e muita conversa, a gente vai fazendo os pequenos entenderem que a gente só compra o "necessário". Fazer uma lista e comprar só o que está nela, mostrando para eles, é uma boa alternativa. Leva tempo, mas eles passam a entender.
Já com os maiores, há uma série de coisas que se possa fazer, desde combinar que x vezes por mês, a gente vai comprar um doce, mas que brinquedo é só em datas especiais, por exemplo.
Aqui em casa, a gente optou pela mesada quando os maiores começaram a pedir tudo o que os amiguinhos tinham. Damos uma quantia para cada um por cada ano vivido. Por exemplo, se seu filho tem 6 anos, 50 ienes x 6 anos = 300 ienes por semana ou por quinzena. Você pode aumentar ou diminuir o valor, de acordo com os gastos da família. Se você tem mais de um filho, você pode dar de acordo com a idade de cada um ou a mesma quantia para todos.
Agora vem a parte difícil: a gente precisa ensinar que eles só podem gastar até aquele valor. Aqui em casa, nós decidimos que comida, a gente paga. Se a gente vai comer fora, nós pagamos a comida. Se eles querem sorvete, o gasto é deles.
Roupa, quando eles PRECISAM, a gente paga. Se eles querem uma roupa nova porque viram na TV, ou porque o colega Y tem, eles pagam. Se não tem dinheiro, juntam e compram.
Brinquedo, a gente não compra. Eles juntam dinheiro e compram.
Livro, uma vez a cada 2 meses a gente paga. Mais que isso, eles compram.
A gente leva em parques de diversão, em cinema e tal, mas sempre em aniversários ou em dias combinados. Fora disso, eles precisam juntar dinheiro e pagar.
Também ensinei eles a guardar dinheiro fazendo uma caixinha para cada, onde eles guardavam uma parte da mesada. Eles recebiam e já colocavam uma moedinha na caixinha. Aos poucos, eles juntaram e bastante. O que era legal era ir com eles ao banco, deixar que eles entregassem o dinheiro ao caixa e recebessem a caderneta com o novo valor.
Claro que o dinheiro não dá para grande coisa, mas eles aprenderam direitinho e hoje, olham o preço de tudo antes de comprar.
Zé, que é o menor, ainda não entende e sempre gasta a mesada logo no primeiro dia. Aos poucos, eu acredito, ele vai acabar entendendo.
Uma coisa que é importante é saber onde e quando ceder e não ceder.
Se você está sem paciência, se a criança está cansada e com sono, nem entre na briga: ou você não vai em locais que tenham vendas ou você compra antes da briga.
Nunca nunca nunca compre porque a criança chorou, ou porque deu escândalo, ou porque pediu com cara de coitado, nada disso. Também nada de comprar porque você se sente culpado(a) por estar ausente, por ter gritado, brigado. Se desculpe, fique um tempo com eles, mas não dê coisas em troca.
Eu também não deixo sem mesada por castigo e não dou em troca de serviços prestados (arrumar a cama, por exemplo). Cada um tem que fazer uma coisa em casa. É um acordo, assim como a mesada. Eu não quebro a minha parte, para que eles não quebrem a deles. Se eles quebram um combinado, a gente dá um castigo, como ficar sem videogame por um tempo.
Ensinar a consumir direito é um dever nosso. Ensinar os filhos a cuidarem do dinheiro, das coisas, do mundo, também. Ensinar regras e condutas sociais, também.
Não existe jeito certo, muito menos garantido. Cada família precisa discutir, pensar e decidir pelo caminho que lhe parece melhor.
*Post escrito para o Materna Japão.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Sobre fraldas...
por thais
Estou em uma lista de discussão que fala sobre as fraldas de pano.
As meninas lá estavam comprando muita fralda, muita, mesmo. E 90% das compras conjuntas eram importadas.
E isso me fazia ficar com uma coceirinha na mão para falar, mas sempre fui deixando para depois, e depois... e não o fiz até agora.
A verdade é que meus meninos usaram fralda de pano. O João começou com mais de um ano e meio (e usou até os quase 3) e o Zé desde recém nascido. Como eu engravidei na Espanha e lá as fraldas de pano são super high tech, de material orgânico, local, PUL super respirável, enfim..... não tive nenhuma reclamação. Nunca. A variedade era enorme, tanto de modelos, quanto materiais, lojas, fábricas, botões, velcros, pins, .....
No Brasil, verdade seja dita, eu não conhecia ninguém que tivesse usado. Eu não usei fralda de pano. Minha irmã também não. Minhas primas, meus sobrinhos, meus afilhados, os filhos dos amigos, filhos dos conhecidos dos conhecidos dos conhecidos....
Ninguém. Por ter essa demanda baixa, acho normal, normal que a indústria brasileira esteja só começando. Normal que não exista a diversidade que existe lá fora. E que a qualidade não seja a mesma.
Que eu saiba, são 3 produtoras: a Baby Slings, a Mamãe Natureza e a Lilith. Se tiver mais alguma, deixe nos comentários ou no meu e-mail que a gente aumenta a lista.
As 3 têm propostas super boas, inteligentes e conscientes, mas eu nunca testei nenhuma delas.
Conheço mães (e bebês, claro) que se adaptaram lindamente a uma ou a outra delas, às vezes a todas. E também conheço mães que não se adaptaram por motivos variados, mas que tentaram e tentaram e tentaram.
Elas disseram várias coisas sobre as fraldas nacionais e importadas, com as quais eu concordo:
-Comprar nacionais é mais ecológico e melhor para nós. Assim, a nossa indústria tem a chance de crescer e se desenvolver. Algum dia, eu tenho certeza, ela chega à qualidade das fraldas de fora;
-Comprar só o número necessário também é o ideal. Ter mais do que se usa não é ecológico e nem econômico;
-Procurar fraldas usadas é o que há! É mais ecológico, mais econômico e você ainda conhece quem usa/já usou;
-Procurar na indústria nacional alguma opção é ideal, mas não é a única opção. Não se adaptou com a marca 1, tenta com a 2. Não gostou da 2, tenta a 3.... Se não se adaptar a nenhuma, antes de voltar às descartáveis, ainda é desejável comprar importada! E eu acho difícil não se adaptar à uma das milhares de marcas que existem pelo mundo afora;
-E, sem dúvida nenhuma, usar fralda que machuca o bebê pela ecologia não é legal. Eu não usaria nada que machucasse algum dos meus filhos, mesmo que fosse a única coisa que eu pudesse fazer pelo planeta, pelo bem da humanidade ou o que quer que seja. Precisa ser bom para nós, para eles e para o resto do mundo, né? Só não vale generalizar! Não é porque não foi boa para seu primeiro filho que não vai ser para o segundo. Cada criança é uma, cada corpo é um e cada fralda cai de um jeito em cada criança.
Só mais um adendo: se não funcionar, se não gostar, não jogue no lixo ou deixe guardada! Doe, venda, empreste! Vai servir para alguém, com certeza!
As meninas lá estavam comprando muita fralda, muita, mesmo. E 90% das compras conjuntas eram importadas.
E isso me fazia ficar com uma coceirinha na mão para falar, mas sempre fui deixando para depois, e depois... e não o fiz até agora.
A verdade é que meus meninos usaram fralda de pano. O João começou com mais de um ano e meio (e usou até os quase 3) e o Zé desde recém nascido. Como eu engravidei na Espanha e lá as fraldas de pano são super high tech, de material orgânico, local, PUL super respirável, enfim..... não tive nenhuma reclamação. Nunca. A variedade era enorme, tanto de modelos, quanto materiais, lojas, fábricas, botões, velcros, pins, .....
No Brasil, verdade seja dita, eu não conhecia ninguém que tivesse usado. Eu não usei fralda de pano. Minha irmã também não. Minhas primas, meus sobrinhos, meus afilhados, os filhos dos amigos, filhos dos conhecidos dos conhecidos dos conhecidos....
Ninguém. Por ter essa demanda baixa, acho normal, normal que a indústria brasileira esteja só começando. Normal que não exista a diversidade que existe lá fora. E que a qualidade não seja a mesma.
Que eu saiba, são 3 produtoras: a Baby Slings, a Mamãe Natureza e a Lilith. Se tiver mais alguma, deixe nos comentários ou no meu e-mail que a gente aumenta a lista.
As 3 têm propostas super boas, inteligentes e conscientes, mas eu nunca testei nenhuma delas.
Conheço mães (e bebês, claro) que se adaptaram lindamente a uma ou a outra delas, às vezes a todas. E também conheço mães que não se adaptaram por motivos variados, mas que tentaram e tentaram e tentaram.
Elas disseram várias coisas sobre as fraldas nacionais e importadas, com as quais eu concordo:
-Comprar nacionais é mais ecológico e melhor para nós. Assim, a nossa indústria tem a chance de crescer e se desenvolver. Algum dia, eu tenho certeza, ela chega à qualidade das fraldas de fora;
-Comprar só o número necessário também é o ideal. Ter mais do que se usa não é ecológico e nem econômico;
-Procurar fraldas usadas é o que há! É mais ecológico, mais econômico e você ainda conhece quem usa/já usou;
-Procurar na indústria nacional alguma opção é ideal, mas não é a única opção. Não se adaptou com a marca 1, tenta com a 2. Não gostou da 2, tenta a 3.... Se não se adaptar a nenhuma, antes de voltar às descartáveis, ainda é desejável comprar importada! E eu acho difícil não se adaptar à uma das milhares de marcas que existem pelo mundo afora;
-E, sem dúvida nenhuma, usar fralda que machuca o bebê pela ecologia não é legal. Eu não usaria nada que machucasse algum dos meus filhos, mesmo que fosse a única coisa que eu pudesse fazer pelo planeta, pelo bem da humanidade ou o que quer que seja. Precisa ser bom para nós, para eles e para o resto do mundo, né? Só não vale generalizar! Não é porque não foi boa para seu primeiro filho que não vai ser para o segundo. Cada criança é uma, cada corpo é um e cada fralda cai de um jeito em cada criança.
Só mais um adendo: se não funcionar, se não gostar, não jogue no lixo ou deixe guardada! Doe, venda, empreste! Vai servir para alguém, com certeza!
segunda-feira, 29 de março de 2010
Semana passada....
por thais
Não escrevi NADA em lugar nenhum. Estamos ocupadíssimos com a chegada da primavera, a arrumação do guarda roupas, a preparação para a entrada da escola das crianças....
Mas queria deixar dois textos. Só dois, que valem ser lidos e relidos.
Um, da minha amiga Pérola.
Sou grande fã dela: da comida, do jeito carinhoso, da grande mulher que ela é. E esse texto dela é p-e-r-f-e-i-t-o!
Fala sobre a tal vacina H1N1. É o meu ponto de vista. De todos os lados.
Esse outro, da Ana Thomaz. Sou grande grande grande fã.
Sobre a febre. Mais uma vez, meu ponto de vista. E muito melhor do que eu jamais poderia escrever.
Essa semana é a última semana de férias da minha pequena, e também a minha última, porque depois disso serei escravizada pelo PTA da escola do João. hauahua.
Mas vou continuar escrevendo, nesse ritmo lento lento....
Mas queria deixar dois textos. Só dois, que valem ser lidos e relidos.
Um, da minha amiga Pérola.
Sou grande fã dela: da comida, do jeito carinhoso, da grande mulher que ela é. E esse texto dela é p-e-r-f-e-i-t-o!
Fala sobre a tal vacina H1N1. É o meu ponto de vista. De todos os lados.
Esse outro, da Ana Thomaz. Sou grande grande grande fã.
Sobre a febre. Mais uma vez, meu ponto de vista. E muito melhor do que eu jamais poderia escrever.
Essa semana é a última semana de férias da minha pequena, e também a minha última, porque depois disso serei escravizada pelo PTA da escola do João. hauahua.
Mas vou continuar escrevendo, nesse ritmo lento lento....
sábado, 27 de março de 2010
Slings e seus perigos...
por thais
Saiu uma notícia de recall de "slings" nos EUA e no Canadá e isso está sendo um verdadeiro bafafá.
Eu sou fã dos slings e NUNCA, em meus seis anos de uso, tive algum tipo de problema. Os meus são todos da BabySlings. O mais novo tem 5 anos e continua intacto.
Para começar, existe recall para tudo. Até carro, né?
Antes de comprar um sling, precisa ver se ele é bom. Pesquise na internet se há reclamações (Google é uma santa ajuda), encha o vendedor de perguntas sobre a segurança da argola, das costuras, do tecido. Se puder, veja um. Se não puder ver, só compre se tiver referências positivas.
Antes de usar, veja sempre se a argola está boa, se as costuras estão firmes, se o tecido não está rasgando. (eu não faço todas as vezes, mas faço de vez em quando)
E olhe o seu bebê. Sinta. Afinal, baby wearing é vestir o bebê para ter o máximo de contato possível.
No blog do Sling Seguro, tem esse ótimo post com todas as informações possíveis.
Agora, sobre o recall... O negócio não é exatamente um sling. É um baby bag. Uma bolsa, onde se coloca o bebê. São coisas diferentes, com riscos e bebefícios diferentes. Provavelmente, é mais fácil de colocar o bebê. Mas mais arriscado.
Então, para quem tem seu sling e um bebê pequeno, leia o post do Sling Seguro, use um sling de verdade e sinta seu bebê.
Quando a gente ouve o que a gente sente, a gente vê coisas que, em geral, passam batidas.
Eu sou fã dos slings e NUNCA, em meus seis anos de uso, tive algum tipo de problema. Os meus são todos da BabySlings. O mais novo tem 5 anos e continua intacto.
Para começar, existe recall para tudo. Até carro, né?
Antes de comprar um sling, precisa ver se ele é bom. Pesquise na internet se há reclamações (Google é uma santa ajuda), encha o vendedor de perguntas sobre a segurança da argola, das costuras, do tecido. Se puder, veja um. Se não puder ver, só compre se tiver referências positivas.
Antes de usar, veja sempre se a argola está boa, se as costuras estão firmes, se o tecido não está rasgando. (eu não faço todas as vezes, mas faço de vez em quando)
E olhe o seu bebê. Sinta. Afinal, baby wearing é vestir o bebê para ter o máximo de contato possível.
No blog do Sling Seguro, tem esse ótimo post com todas as informações possíveis.
Agora, sobre o recall... O negócio não é exatamente um sling. É um baby bag. Uma bolsa, onde se coloca o bebê. São coisas diferentes, com riscos e bebefícios diferentes. Provavelmente, é mais fácil de colocar o bebê. Mas mais arriscado.
Então, para quem tem seu sling e um bebê pequeno, leia o post do Sling Seguro, use um sling de verdade e sinta seu bebê.
Quando a gente ouve o que a gente sente, a gente vê coisas que, em geral, passam batidas.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Na semana passada....
por thais
Escrevi no Materna Japão sobre o crescimento e o desenvolvimento dos bebês, e como amamentar bem.
E por aí...
- No blog Casinha na Árvore, esse post com uma tabela super útil: a das frutas e as estações. Comer frutas da época é mais gostoso e mais ecológico, né?
- No Crianças na Cozinha, um post com uma receita de pipoca de verdade, que todo mundo merece; e uma receita de mostarda, que eu amo amo amo. hahah.....
- No Ecoblogs, cadernos com capas de LPs! Lembram deles? E fica lindo!
E por aí...
- No blog Casinha na Árvore, esse post com uma tabela super útil: a das frutas e as estações. Comer frutas da época é mais gostoso e mais ecológico, né?
- No Crianças na Cozinha, um post com uma receita de pipoca de verdade, que todo mundo merece; e uma receita de mostarda, que eu amo amo amo. hahah.....
- No Ecoblogs, cadernos com capas de LPs! Lembram deles? E fica lindo!
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