E por aqui....

Esse blog começou com o Vida Verde de Uma Família Colorida, que acabou.
Agora com uma nova abordagem, mais liberdade e os mesmos assuntos: maternidade, filhos, consciência, ecologia.
Ah, e claro, os mesmos motivos: pelo futuro dos meus filhos. E dos seus. E dos outros.

Eu sou a Thais, mãe da Melissa (7 anos), do João (5 anos) e do Zé (3 anos), casada com o Bhuda, morando na Nova Zelândia!
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Um parto....

A Rosana teve sua mais nova filha, Clara, nesse final de semana. E mais de 100 pessoas acompanharam o parto, que estava sendo transmitido ao vivo pela internet.
Um parto domiciliar, com as crianças mais velhas correndo pela casa, marido ajudando, amigas participando.
E muita gente vendo.

Eu preciso dizer o quanto eu admiro a Rô e o Cleber por terem dado a chance de todos verem que um parto não é um bicho de sete cabeças. Eles abriram as portas da sua casa para mostrar a todos como nasce um bebê. Como deveriam nascer os bebês.
Simples, cercado de amor, de carinho, de cuidados.
Um parto liso e rápido.
E lindo!
Me fez ficar grudada no computador por muito mais tempo do que eu deveria. Nem fui por as crianças na cama, haha, tadinhos. Marido taí pra isso.

O triste foi que tiraram do ar bem no expulsivo (na hora em que a mulher começa a sentir vontade de fazer força e deixar o bebê nascer), por nudez. Triste que amamentação e parto ainda sejam tamanho tabu, enquanto coisas muito, muito terríveis continuam a ser transmitidas sem limites. Não sei se eles queriam que o bebê nascesse com ela de calça comprida ou se queriam uma tarja preta ridícula para esconder o que não precisa ser escondido.
Mas enfim, logo depois do nascimento, eles voltaram ao ar, pela twitcam e a gente pode acompanhar os primeiros momentos da Clarinha em sua nova família e isso também foi muito emocionante.
AS crianças mais velhas brincando, o pai mais relaxado, dando bronca, hahahahahah, Rosana conversando, amamentando, apresentando o bebê aos outros filhos.
Tudo lindo, como deveria sempre ser.

Rô, parabéns, viu?
Amei a experiência. E eu queria muito ter estado com vocês aí nesse dia tão especial. E depois, também, para ajudar um pouco.
Obrigada, amiga.

Beijo.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Blogagem Coletiva: Pelo Empoderamento Feminino no Parto!



A Rô, de quem já falei por aqui, propôs essa blogagem coletiva e eu não tenho como ficar de fora.
Todo mundo está careca de saber que eu sou defensora ferrenha de partos onde a mulher seja a figura principal, onde as vontades, os desejos, as necessidades sejam respeitados.

Eu tive uma cesárea péssima. Onde eu não fui respeitada, fui enganada, fui cortada e tive minha filha arrancada de mim. E fui porque quis, mesmo sentindo aquela pulga atrás da orelha.
Depois disso, não consegui manter meus olhos fechados.

Meus dois outros filhos nasceram em casa, como eu desejei, naquela hora. Nasceram quando estavam prontos e trabalharam comigo, muito, para nascerem. Mel viu os dois irmãos nascerem. Esteve comigo o tempo todo e eu acho que nada desse mundo era mais importante para mim.

O nascimento de uma nova criança na família é um evento familiar e eu não consegui imaginar ter que ficar longe dela por dias para que isso acontecesse.
E esse foi o primeiro motivo pelo qual eu quis ter os meninos em casa.

Depois porque nunca mais ia deixar alguém me afastar do novo bebê logo após o nascimento, enchê-lo de remédios, vacinas, colírios, glicose, bercinhos aquecidos e ainda me dizer que eles me trariam o bebê quando fosse a melhor hora. Eu queria ter meus filhos comigo o tempo todo e, desculpem, eu cuido melhor deles do que qualquer enfermeira de berçário.

E porque eu queria ser eu, ué! Queria poder me mexer, me sentir confortável, sentir, gritar, xingar, chorar, rir, comer, fazer xixi, cocô. Queria sentir meu corpo trabalhando, meu bebê se mexendo comigo, tentando nascer. Queria ouvir meu corpo e fazer o que ele mandava, sem pensar, sem racionalizar, sem duvidar.
Eu ACREDITEI que eu podia parir, que meu corpo funcionava, que eu nasci para isso. Eu sabia que era seguro: eu li, pesquisei, me informei, questionei, conversei, discuti e decidi.
Eu confiei em mim, no meu poder de decidir, nas minhas escolhas, no meu marido, nos profissionais que me ajudaram.

E nós conseguimos.

Eu não estou fazendo apologia ao parto domiciliar, OK? Estou fazendo apologia ao parto consciente. A gente tem a obrigação de saber como funcionam as coisas, quais são as melhores opções para nós, para os nossos bebês, para a nossa família. A gente TEM que decidir. E também tem que aceitar as consequências. Se você escolhe uma cesárea eletiva consciente, ótimo. Aceitando as consequências, perfeito. Se você escolhe, como a Rô, um parto domiciliar desassistido, maravilha! Vale do mesmo jeito. Os riscos existem em todo e qualquer parto. A gente só precisa escolher qual deles a gente está afim de aceitar.

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As regras para essa blogagem coletiva eram a de passar links com coisas interessantes sobre o parto natural.
Eu já escrevi sobre o parto natural e a ecologia.
No Materna Japão tem muita, muita informação sobre o assunto.
No Empoderando também.
No GAMA tem muita coisa boa. Foi onde eu comecei.
E também no Amigas do Parto.
Também aprendi muito com as mulheres do Parto do Princípio.


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Sopa de abóbora!

Pessoas, estamos bem! Nem sentimos os mais de 30 terremotos que ainda não pararam em Christchurch.
Só fiquei sabendo porque amigos e conhecidos começaram a mandar e-mails e mensagens perguntando se estávamos bem.

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Ontem, aproveitando o susto por causa do terremoto (que eu não senti tremer, mas é triste, viu? Imagino o desespero de quem está por lá), a falta de tempo e uma abóbora que veio na nossa cesta de orgânicos, resolvi fazer sopa.

Eu adoro abóbora. Mas as minhas crianças não gostam. Tentei cozido à japonesa, tentei assado com mel e vinagre balsâmico, grelhado com alecrim, tomilho e manteiga e na-da. Eu me apaixonando cada vez mais pelas abóboras e meus filhos cada vez piores na hora de comer.

Daí encontrei receitas de sopas e resolvi fazer.
Eu sou péssima seguidora de receitas, não adianta. Eu vejo mais ou menos como faz e vou inventando. Com tudo, menos bolo, porque bolo eu não sei mais fazer.

Ficou uma delícia! Todo mundo repetiu!

Usei:
- Uma abóbora inteira (deve ser abóbora japonesa, porque é as que eu usava no Japão, hahahhaa)
- 3 cebolas cortadas bem fininhas
- alguns dentes de alho (eu adoro alho e usei a cabeça inteira, mas vai do gosto)
- tomilho a gosto
- 3 colheres de sopa de manteiga
- caldo de alguma coisa (nas receitas que eu vi, era de frango, mas eu não consigo e resolvi usar caldo de legumes FEITO EM CASA), o suficiente para cobrir as abóboras.
- uma pimenta sem as sementes
- parmesão
- bacon free range e orgânico, se comer.

Cortei a abóbora em cubinhos, levei ao fogo para cozinhar com os alhos, o tomilho e o caldo de legumes. Quando ficou macio, bati no liquidificador e voltei ao fogo. Refoguei as cebolas e a pimenta em um pouco de manteiga, depois joguei dentro do creme de abóbora. Juntei o resto da manteiga e esperei engrossar.
Enquanto isso, fritei algumas fatias de bacon para que minhas crianças se sentissem atraídas pela comida, ha ha ha.
Na hora de servir, colocava um pouco de parmesão e/ou bacon e voi la. Prontinho.


Eu demorei uns 15 minutos pra cortar a abóbora, hahahahhaa, mas o resto foi rapidinho. Demorou uns 40 minutos para engrossar e ficar no ponto que eu gosto, mas o trabalho foi pouquíssimo.


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Rapidinha....

Uma coisa que eu faço pouco, mas que costumava fazer bem mais e ajudava muito é congelar comida.

Sabe quando você vai fazer alguns brócolis no vapor? Faz um pouco a mais e congela. Quando você cozinha arroz, idem. Congelando em porções, por exemplo, pra uma pessoa, você poupa tempo, dinheiro, gás e tem sempre uma comidinha pronta para algum dia de preguiça.

Eu costumava fazer isso e me ajudava muito.
Agora só preciso refazer meu estoque de potinhos para recomeçar a congelar, porque é muito prático.

Hoje, no meu congelador tem molho de tomate, caldo de legumes da Pat Feldman, gyoza caseiro, frozen yogurt e algumas carnes.

Ajuda, viu?

E para mandar no lanche e almoço da escola, é só tirar do congelador no dia (se for verão) ou na noite anterior. Mas o ideal, para diminuir a perda de propriedades, é descongelar na geladeira, por umas 12 horas. Para isso, eu precisaria aprender a planejar melhor as coisas. he he he he.


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Uma semana depois.....


Recebi esse selo da Ana Cláudia, do O Futuro do Presente e achei que era hora de voltar.

A verdade é que eu ODEIO dirigir. Morro de medo e não tem jeito. E eu tenho levado as crianças para a escola (e buscado, obviamente) todos os dias. Eu fico emocionalmente esgotada. ha ha ha ha.
Eles têm ficado durante 6 horas na escola e eu morro de saudades e, quando voltam, eu não consigo fazer outra coisa.
E enquanto eles estão na escola, tenho um pentelhinho acostumado a ter companhia o dia inteiro querendo que eu fique com ele.
Daí fico sem tempo nenhum, mesmo.

Agora, como entramos na segunda semana, acho que consigo me organizar melhor (ou não).

Voltando ao assunto e parando com as desculpas, Ana, obrigada pelo selo! Fiquei honrada e muito feliz!

E, para continuar, eu preciso passar o selo para alguma mãe que esteja blogando por um mundo melhor.
Pensei um tempão e decidi pela minha linda e corajosa amiga Rosana Oshiro, que é ainda mais corajosa, porque está prester a ter seu quinto bebê!
A Rô é minha companheira (e chefe, hahahahahah) no Materna Japão. Mulher de muita coragem e vontade. Está agora no blog Empoderando, lutando pela maternidade como ela deve ser: nossa, verdadeira e cheia de amor.

(e Rô, você só precisa passar o selo adiante)

Acho que é o primeiro selo desse blog e deixa a gente com vontade de fazer melhor. ha ha ha ha.


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Roupas, manchas e afins

Eu tenho neura com roupa. Acho que o único trabalho doméstico que eu gosto de fazer é lavar roupa. ha ha ha.
Mas enfim, eu gosto e ponto.

Por isso, uma coisa que sempre me deixava raivosa era quando uma das crianças (ou eu, hahahahah) derruba molho/comida gordurosa/sopa/cobertura na roupa. Afe....

Gastei fortunas com branqueadores (e polui horrores, obviamente) e não ficava bom. Tinha coisa que ficava linda, tinha outras que não. Até descobrir que bicarbonato de sódio faz milagres. Tira muita mancha. Dá até pra fazer pasta de bicarbonato e passar na mancha, levar ao sol e lavar normalmente.

Daí que me ensinaram que passar sabão (em barra, desses de coco, mesmo) na roupa e deixar ao sol tira a mancha.
E eu fiquei pulando de alegria.
Funciona horrores! Fralda de pano e mancha de cocô? Camiseta com molho de tomate? Shoyu pela roupa toda? Meus problemas acabaram.

Só que vieram as camisas sociais do marido e a mania de desodorante dele.
Não sai. Nem com reza brava.

Não foi 100%, mas nem com cândida, minha gente. Mas o que eu fiz foi: molho com bicarbonato de sódio. De preferência em bacia ao sol. Depois, passa sabão branco nas manchas e mais sol. Deixei o dia todinho, a roupa ficou esturricada. Acho que, se eu for algumas vezes durante o dia e passar mais sabão e der uma esfregada, sai melhor, mas ainda não testei. E lavei de novo.
Quase quase perfeito.
Melhor que todos os branqueadores que eu já testei por aí.


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Brinquedo pra quê?

Até um tempinho atrás, eu achava que criança precisava de brinquedo. Eles sempre gostaram de brincar com tupperwares, panelas, colheres de pau, pano de chão, mas nunca tinham deixado de brincar com os brinquedos.
Claro que, com a quantidade absurda de brinquedos que eles têm, eles nunca brincavam com todos.
E nunca guardavam tudo.

Quando viemos para cá, trouxemos 10 brinquedos de cada criança, escolhidos por eles mesmos.
Não importava se eram caros, baratos, grandes, pequenos, lindos, feios, novos, velhos, inteiros ou quebrados: eles escolheram sozinhos. E viemos. Ainda empacotamos muitos outros para virem na mudança. Eu tinha certeza de que ia precisar deixar jogar muito videogame e ver muito DVD enquanto os outros brinquedos não chegavam, mas estava enganada.

Hoje eles brincam com os brinquedinhos deles, claro, mas também brincam imaginando: é espada de colher de pau, é comidinha de pedra, sushi de conchas, bolo de cesta de roupas, aquário de banquinho, corridas, shows, passeios de carro imaginário para a neve (na nossa cama com o cobertor branco), trens feitos de canetinhas, mamães, papais e filhinhos, cangurus, guaxinins, macacos, procurar bichos no quintal, .....

Isso é tão legal! Eu achava que meus filhos não iriam nunca saber inventar, imaginar, criar, porque eles não foram criados assim: sempre tiveram brinquedos para todas as situações. Mas eles conseguem. Crianças são assim, mutantes. Nada mais lindo!
Outra coisa que eu posso dizer sobre a falta de brinquedos é que eles aprenderam a se dar melhor. Brigam menos, porque os poucos brinquedos que vieram são de todo mundo. Todo mundo brinca junto. Claro que um ainda puxa da mão do outro, mas nada que uma conversa e um abraço apertado não resolva.

E quer saber o que mais: eles jogam muito pouco videogame (uma ou duas vezes por semana, por meia hora, quarenta minutos) e nunca mais pediram DVD.
Todo mundo mais calmo, mais amigo, mais feliz.
Se você tiver a oportunidade, faça a experiência: tire brinquedos quebrados, não usados do caminho. Guarde videogames e DVDs longe do alcance da vista dos pequenos. E não interfira! Deixe que eles brinquem livremente, inventem, imaginem.
Aqui em casa, o saldo foi 100% positivo.

Texto escrito para o blog Materna Japão.


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Costurando, bordando e pregando botões.

A escola pediu saquinhos variados e tal, para guardar uma troca de roupa, sapatilha, etc etc.
E eu, com minha cabeça enorme, resolvi fazer com um lençol sem elástico que veio no kit que compramos quando nos mudamos para cá.
Sabe aquelas sacolas que tem um cordão passado na abertura, que fecham quando você puxa? Desses. Para o cordão, usei uma fitinha que ganhamos em algum presente. ha ha ha. Super útil!

E costura, costura, costura.

Não tenho máquina e não sei costurar, hauhauahuahauahua, mas eu estou trabalhando duro.
Já fiz uma sacola pra Mel, bordei e bordei o seat cover. Bhuda colocou botões de pressão.

E ontem e hoje estou fazendo e bordando as sacolinhas do João, que também vai pra escola a partir da semana que vem. Canseeeeira.

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Internet é tudo, né? Um pouco de busca e eu descobri como fazer bordados básicos.
Não fica perfeito, porque eu sou iniciante e preguiçosa, mas até que estou gostando do resultado. ha ha ha ha......


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Uma coisa legal da escola

A professora pediu hoje para a gente mandar uma fruta inteira todos os dias.
E pediu a fruta inteira.
O que é bem melhor, porque há uma perda menor de nutrientes, a fruta continua mais bonita e conserva mais.

Daí ela explicou: cada aluno traz uma fruta, eles cortam tudo na hora e todos os alunos podem comer um pouco de cada fruta.

Legal, né?


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A lancheira da Melissa

Hoje foi o primeiro dia de aula da Mel. Apesar de nervosa, ela ficou bem e feliz por lá.
Minha menina é super forte, viu?

Mas voltando, a lancheira: foi complicado decidir, porque tinha 8000 opções (e isso é ótimo, ha ha ha, mas eu fico indecisa) e a Mel tem umas frescuras complicadas, tipo não gosta de queijo, tomate, abacate, uva, abóbora e mais algumas coisas bem comuns em lancheiras infantis.

Daí, vasculhei em todos os sites que vocês me indicaram e fui ver alguns em japonês.
E perguntei pra ela, que, afinal, é quem vai comer. E ela quis onigiri (é bolinho de arroz, he he he).

Mandei onigiri com katsuobushi e shoyu, sticks de cenoura com maionese e um omelete. E, de lanche, uma banana.

Amanhã vou tentar um sanduíche. ha ha ha. Veremos no que vai dar.


sábado, 5 de fevereiro de 2011

Tomadas


Uma das coisas geniais daqui são as tomadas. Simples, mas diferentes do que eu já tinha visto.

Aqui, a gente liga as tomadas que vai usar, no botão. O que não vai usar, desliga.

E tchau stand by!


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Vocês pediram.... parte 2 - Frozen Yogurt

Eu peguei receitas na internet, mas ainda não achei o ponto de deixar o frozen cremoso e perfeito, apesar dele ficar gostoso. Não tenho fonte, porque a maioria das receitas era igualzinha, ha ha ha, só mudava a quantidade de açúcar. Eu ainda diminuí a quantidade pela metade, porque eu coloco um pouco de melado "black strap" e granola na hora de comer.

Enfim, eu vou passar a receita customizada aqui de casa do frozen yogurt básico.

Ingredientes:
- 1 litro de iogurte, que pode ser caseiro ou comprado.
- 4 colheres de sopa de açúcar, mel ou melado.
- um pouquinho de sal
- o meio da fava de baunilha natural ou essência de baunilia caseira, ok? Se for comprar aquelas coisas cheias de meleca, não use.

Prende um pano de prato limpo em uma jarra de boca larga, com elástico forte (de cabelo funciona. Elástico comum também, é só usar dois) e despeja o iogurte.
Deixa pingando soro por umas duas horas. Acho que, se deixar mais, ele fica menos duro. Preciso experimentar e ir contando.
Tira do pano, coloca em um pote, mistura o açúcar e o sal e põe no congelador/freezer.
Tira de hora em hora e dá uma misturada, enquanto puder.
Teve vezes em que eu misturei 4 vezes. Outras só misturei uma vez. he he eh eh.
Não teve jeito: ele fica durango. Preciso tirar do freezer e deixar meia hora fora do congelador pra conseguir pegar.

Para fazer o frozen com sabor, eu fiz o normal. Na primeira vez que ia mexer depois de congelado, coloquei no liquidificador e bati um pouco: a ideia era deixar alguns pedacinhos das frutas, mas o marido não sossegou enquanto não ficou tudo bem homogêneo. Ficou 3 vezes mais duro que o normal, huahauahuahau, mas vamos aprendendo....
Quem tiver dicas, porfa, deixe aqui. he he he he....


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Fotinho da Granola.... e mais café da manhã!



A segunda fornada de granola está chegando ao fim....

Ontem fizemos frozen yogurt de frutas vermelhas. Ficou com uma cor linda e uma delícia! Com a granola, então! he eh eh eh...

O marido quis frozen de banana e fez também. ha ha ha..
Viramos a família frozen yogurt.

(sei que estou cansando, já, com o mesmo assunto. hehehehehe)


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O cocô dos patos....

Os patos "pai" e "mãe" sumiram. O filhotinho menor também. Agora só aparecem aqui em casa os dois patos filhotes grandes, que já são adultos.

Triste...

Mas enfim..... É a vida.

Bom, agora a gente só dá pão pra eles na grama! Tcharam! Acabaram nossos problemas com os cocôs. hahaha....
Precisa ser muito besta pra não ter pensado nisso antes, né?

A gente sai de casa com pães e leva até um canto perto da árvore do quintal e joga por ali. Eles comem, fazem o cocô e fim.

Obrigada.......


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sobre as ervas......

Ontem replantamos as ervas (orégano, manjericão e hortelã).
E o marido comprou um vasinho de plantinhas carnívoras que estava morrendo no mercado. Também replantou porque o vaso original estava com mais da metade morta.

Hoje estamos todos na UTI.
A gente não entende na-da de plantas e o Google, dessa vez não ajudou muito.

Mas estamos todos de olho. Vamos ver se conseguimos fazer com que todas sobrevivam.....

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Se a gente conseguir manter as plantas vivas, a próxima coisa que vamos plantar será alho. huhuhuu..... Guenta, bafo!


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