E por aqui....

Esse blog começou com o Vida Verde de Uma Família Colorida, que acabou.
Agora com uma nova abordagem, mais liberdade e os mesmos assuntos: maternidade, filhos, consciência, ecologia.
Ah, e claro, os mesmos motivos: pelo futuro dos meus filhos. E dos seus. E dos outros.

Eu sou a Thais, mãe da Melissa (7 anos), do João (5 anos) e do Zé (3 anos), casada com o Bhuda, morando na Nova Zelândia!

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terça-feira, 1 de março de 2011

Coletores Menstruais

Eu amo. Não tem jeito.
A-D-O-R-O meu Mooncup.
Não consigo viver sem.

Eu tenho o fluxo bem grande. Precisava, por exemplo, trocar de absorvente durante a madrugada, umas 3 vezes, senão encharcava e ficava uma meleca total na cama.
Com o Mooncup, eu não vou esvaziar de madrugada, a não ser raras vezes.

Eu contei (?) que esqueci/perdi meu outro Mooncup quando vim para cá e fiquei um mês sem. Comprei um pacote de absorvente comum e quase me matei. O cheiro é terrível, o lixo do banheiro ficava horrível, fora que vazava total, saía do lugar (perdi a prática totalmente), enfim. Meu coletor novo chegou no meio do período, graças a Deus, e eu pude viver novamente.

Precisa pegar uma leve prática na hora de colocar e tirar, mas isso, nas duas primeiras menstruações se pega. Precisa fazer um U, colocar, soltar e ver se ficou bem preso. Na hora de tirar, se precisar, dá uma apertadinha de leve que o vácuo sai e o coletor sai.
Se sujar a mão, e no começo vai sujar, é só lavar.
Não precisa lavar toda vez que vai ao banheiro. Não precisa esvaziar toda vez, a não ser que esteja nos dias mais intensos.
Usar o banheiro para deficientes é uma boa pedida, para quem está fora de casa. Senão passa um papel higiênico e manda bala.
Ou nem tira.

Não precisa ferver, nem lavar com sabão toda hora. Eu lavo com sabonete uma vez por dia, no banho. De resto, água quando dá. Se não dá, vai assim mesmo.

Dá pra fazer tudo com ele. T-U-D-O.
E eu, muitas vezes, não lembro se coloquei de volta ou não, de tão confortável que é: praticamente um nada.
Preciso checar, muitas vezes. E ele está lá. Quietinho.

A-D-O-R-O!


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Um parto....

A Rosana teve sua mais nova filha, Clara, nesse final de semana. E mais de 100 pessoas acompanharam o parto, que estava sendo transmitido ao vivo pela internet.
Um parto domiciliar, com as crianças mais velhas correndo pela casa, marido ajudando, amigas participando.
E muita gente vendo.

Eu preciso dizer o quanto eu admiro a Rô e o Cleber por terem dado a chance de todos verem que um parto não é um bicho de sete cabeças. Eles abriram as portas da sua casa para mostrar a todos como nasce um bebê. Como deveriam nascer os bebês.
Simples, cercado de amor, de carinho, de cuidados.
Um parto liso e rápido.
E lindo!
Me fez ficar grudada no computador por muito mais tempo do que eu deveria. Nem fui por as crianças na cama, haha, tadinhos. Marido taí pra isso.

O triste foi que tiraram do ar bem no expulsivo (na hora em que a mulher começa a sentir vontade de fazer força e deixar o bebê nascer), por nudez. Triste que amamentação e parto ainda sejam tamanho tabu, enquanto coisas muito, muito terríveis continuam a ser transmitidas sem limites. Não sei se eles queriam que o bebê nascesse com ela de calça comprida ou se queriam uma tarja preta ridícula para esconder o que não precisa ser escondido.
Mas enfim, logo depois do nascimento, eles voltaram ao ar, pela twitcam e a gente pode acompanhar os primeiros momentos da Clarinha em sua nova família e isso também foi muito emocionante.
AS crianças mais velhas brincando, o pai mais relaxado, dando bronca, hahahahahah, Rosana conversando, amamentando, apresentando o bebê aos outros filhos.
Tudo lindo, como deveria sempre ser.

Rô, parabéns, viu?
Amei a experiência. E eu queria muito ter estado com vocês aí nesse dia tão especial. E depois, também, para ajudar um pouco.
Obrigada, amiga.

Beijo.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Blogagem Coletiva: Pelo Empoderamento Feminino no Parto!



A Rô, de quem já falei por aqui, propôs essa blogagem coletiva e eu não tenho como ficar de fora.
Todo mundo está careca de saber que eu sou defensora ferrenha de partos onde a mulher seja a figura principal, onde as vontades, os desejos, as necessidades sejam respeitados.

Eu tive uma cesárea péssima. Onde eu não fui respeitada, fui enganada, fui cortada e tive minha filha arrancada de mim. E fui porque quis, mesmo sentindo aquela pulga atrás da orelha.
Depois disso, não consegui manter meus olhos fechados.

Meus dois outros filhos nasceram em casa, como eu desejei, naquela hora. Nasceram quando estavam prontos e trabalharam comigo, muito, para nascerem. Mel viu os dois irmãos nascerem. Esteve comigo o tempo todo e eu acho que nada desse mundo era mais importante para mim.

O nascimento de uma nova criança na família é um evento familiar e eu não consegui imaginar ter que ficar longe dela por dias para que isso acontecesse.
E esse foi o primeiro motivo pelo qual eu quis ter os meninos em casa.

Depois porque nunca mais ia deixar alguém me afastar do novo bebê logo após o nascimento, enchê-lo de remédios, vacinas, colírios, glicose, bercinhos aquecidos e ainda me dizer que eles me trariam o bebê quando fosse a melhor hora. Eu queria ter meus filhos comigo o tempo todo e, desculpem, eu cuido melhor deles do que qualquer enfermeira de berçário.

E porque eu queria ser eu, ué! Queria poder me mexer, me sentir confortável, sentir, gritar, xingar, chorar, rir, comer, fazer xixi, cocô. Queria sentir meu corpo trabalhando, meu bebê se mexendo comigo, tentando nascer. Queria ouvir meu corpo e fazer o que ele mandava, sem pensar, sem racionalizar, sem duvidar.
Eu ACREDITEI que eu podia parir, que meu corpo funcionava, que eu nasci para isso. Eu sabia que era seguro: eu li, pesquisei, me informei, questionei, conversei, discuti e decidi.
Eu confiei em mim, no meu poder de decidir, nas minhas escolhas, no meu marido, nos profissionais que me ajudaram.

E nós conseguimos.

Eu não estou fazendo apologia ao parto domiciliar, OK? Estou fazendo apologia ao parto consciente. A gente tem a obrigação de saber como funcionam as coisas, quais são as melhores opções para nós, para os nossos bebês, para a nossa família. A gente TEM que decidir. E também tem que aceitar as consequências. Se você escolhe uma cesárea eletiva consciente, ótimo. Aceitando as consequências, perfeito. Se você escolhe, como a Rô, um parto domiciliar desassistido, maravilha! Vale do mesmo jeito. Os riscos existem em todo e qualquer parto. A gente só precisa escolher qual deles a gente está afim de aceitar.

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As regras para essa blogagem coletiva eram a de passar links com coisas interessantes sobre o parto natural.
Eu já escrevi sobre o parto natural e a ecologia.
No Materna Japão tem muita, muita informação sobre o assunto.
No Empoderando também.
No GAMA tem muita coisa boa. Foi onde eu comecei.
E também no Amigas do Parto.
Também aprendi muito com as mulheres do Parto do Princípio.


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Eu e minhas obsessões

Vi esse post no Ecorazzi, da Miranda Kerr amamentando o bebê lindo e recém nascido e meu peito encheu. hauhauahuaha

OK, já não amamento ninguém há uns 6 meses, mas ainda sinto, de vez em quando ainda sinto o formigamento característico do peito enchendo.

Tão bom amamentar... tão gostoso ver o bebê procurando o peito.....
Uh, sai de mim, vontadezinha! Sai sai sai!


domingo, 16 de janeiro de 2011

3 coisas que toda mãe deve ter.... (versão Thais)

- Na bolsa: ecobag, garrafa de água (de preferência de inox ou plástico bpa-free) e uma toalhinha.

- No carro (se tem carro, claro): uma mala com uma troca de roupa para cada membro da família, chapéu e um saco/caixa para colocar os sapatos das crianças quando entram no carro (evita encher o carro de areia, barro e etc).

- Em casa: bicarbonato de sódio, vinagre de maçã e computador, que sem esse, eu não vivo.

- No guarda-roupas: roupas iguais, de cores diferentes (porque é mais fácil comprar e depois escolher o que usar assim), uma blusinha (afe, como chama a parte de cima do twin-set?) para cobrir toda mancha da camiseta sem precisar trocar e uma calça jeans para não precisar depilar as pernas.

- No banheiro: óleo de coco (é ótimo pros cabelos e pra pele, sério, além de seguro!), esponja vegetal e bicarbonato de sódio.

- Na cabeça: "eu tenho a força", "1, 2, 3, 4, 5, ...." e "o que pode ser feito amanhã pode ficar para amanhã".

Alguém tem mais alguma coisa?


quinta-feira, 15 de abril de 2010

Xampús, condicionadores, sabonetes, pastas de dentes....

A Ana Thomas escreveu esse post sobre eles.

Ela conta a experiência dela com o desuso desses produtos: ela trocou esses produtos por coisas naturais de verdade.

Por exemplo, ela trocou o xampú por uma solução de água com bicarbonato de sódio. E o condicionador, por uma de água com vinagre.

Eu já fazia um pouco: sabonete praticamente não uso. De verdade. Uso uma esponja e água. Desodorante, nunca usei. Ainda uso hidratante, mas estou procurando alternativas que não sejam muito melequentas e oleosas.
Outra coisa: estou há duas semanas sem pasta de dentes. Escovo só com água, mesmo. No começo, usava bicarbonato de sódio direto, mas descobri que não precisa. Uma vez a cada 3, 4 dias eu escovo com bicarbonato de sódio e no resto, só com água. Ninguém notou a diferença. E olha que o pessoal aqui de casa é chato com bafo. hauhaua.

E essa semana tentei usar o bicarbonato para lavar a cabeça. No terceiro dia, meu cabelo estava tão duro e oleoso que não tive opção: xampú. Mas eu não desisti. Vou tentar novamente. heheh. E procurar alternativas, afinal, eu tenho cabelos oleosos, mesmo.

Para completar, Sonia Hirsh fez esse e esse post sobre um emplastro de inhame para a pele. Eu vou testar, sem dúvida. Depois conto como foi.


sábado, 27 de março de 2010

Slings e seus perigos...

Saiu uma notícia de recall de "slings" nos EUA e no Canadá e isso está sendo um verdadeiro bafafá.

Eu sou fã dos slings e NUNCA, em meus seis anos de uso, tive algum tipo de problema. Os meus são todos da BabySlings. O mais novo tem 5 anos e continua intacto.

Para começar, existe recall para tudo. Até carro, né?
Antes de comprar um sling, precisa ver se ele é bom. Pesquise na internet se há reclamações (Google é uma santa ajuda), encha o vendedor de perguntas sobre a segurança da argola, das costuras, do tecido. Se puder, veja um. Se não puder ver, só compre se tiver referências positivas.

Antes de usar, veja sempre se a argola está boa, se as costuras estão firmes, se o tecido não está rasgando. (eu não faço todas as vezes, mas faço de vez em quando)

E olhe o seu bebê. Sinta. Afinal, baby wearing é vestir o bebê para ter o máximo de contato possível.

No blog do Sling Seguro, tem esse ótimo post com todas as informações possíveis.

Agora, sobre o recall... O negócio não é exatamente um sling. É um baby bag. Uma bolsa, onde se coloca o bebê. São coisas diferentes, com riscos e bebefícios diferentes. Provavelmente, é mais fácil de colocar o bebê. Mas mais arriscado.
Então, para quem tem seu sling e um bebê pequeno, leia o post do Sling Seguro, use um sling de verdade e sinta seu bebê.
Quando a gente ouve o que a gente sente, a gente vê coisas que, em geral, passam batidas.


quinta-feira, 25 de março de 2010

Uma dica rapidinha....

Porque tem gente que anda com a imunidade baixa, baixa.

Para quem usa loção tônica, adstringente, demaquilante, etc. Qualquer uma dessas coisas que exige um algodãozinho, sabe?

Eu tenho uma pele oleosa de dar dó. No inverno, eu fico pingando óleo. No verão, então, nem se fala.
Então, eu uso. Ainda não achei um que passasse na minha lista de ideais, mas eu uso.
E morria de dó de gastar uma bolinha de algodão para isso. Então, fui diminuindo. Isso já faz tempo, bem antes da onda eco. Eu comecei usando a bolinha pela metade. Depois um quarto. E um oitavo....

E eis que há uns 2 meses, eu pensei: ei, por que eu não tento usar um lencinho de pano? Pois peguei uns lencinhos de algodão velhinhos, furados e tal, cortei em pedaços de 10cm x 7cm e pronto. Uso, depois coloco para lavar em qualquer máquina de roupa e não jogo mais algodão fora.

Até para tirar lápis de olho e rímel, funciona! (e eu tiro com azeite)


segunda-feira, 22 de março de 2010

Na semana passada....

Escrevi no Materna Japão sobre o crescimento e o desenvolvimento dos bebês, e como amamentar bem.

E por aí...
- No blog Casinha na Árvore, esse post com uma tabela super útil: a das frutas e as estações. Comer frutas da época é mais gostoso e mais ecológico, né?
- No Crianças na Cozinha, um post com uma receita de pipoca de verdade, que todo mundo merece; e uma receita de mostarda, que eu amo amo amo. hahah.....
- No Ecoblogs, cadernos com capas de LPs! Lembram deles? E fica lindo!


terça-feira, 16 de março de 2010

Voltando!

Semana passada não escrevi nada em lugar nenhum, haha, então, hoje, só os links da semana passada.
Mas essa semana volto para escrever na quarta e na sexta.

- No Deixa Sair, um post ótimo falando sobre os coletores mentruais e outro sobre a musculatura íntima da vagina. Valem muito a leitura.

- No Ecoblogs, esse post com um link para fotos com o lixo do carnaval no litoral. E eu pergunto: isso é coisa que se faça? Falta de educação, já nem se fala, mas é o quê? Nem sei dizer. Irresponsabilidade, falta de consciência, álcool demais na cabeça? Imperdoável!

- E ainda no Ecoblogs, esse post sobre brincadeiras com caixas de papelão. Eu adorava..... Meus filhos adoram! E os seus?


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Parto natural e ecologia

A revista Pais & Filhos publicou essa lista com famosas que aderiram ao parto natural.
Todas lindas, famosas e conscientes.

Eu considero o parto super importante. E o parto natural E humanizado, seja na banheira, de cócoras, deitada, de ponta cabeça, é o ideal. É, gente. Pela saúde da mulher, pela saúde do bebê, pelo respeito ao momento que é o parto. E também é ecológico.

É ecológico porque:
- Faz menos lixo do que um parto normal com intervenções e muito menos que uma cesárea;
- Não usa drogas de nenhum tipo: nem durante, nem após o parto. Pelo menos, não precisa;
- Pode acontecer no ambiente normal, com suas bactérias boas, e não precisa de ambientes estéreis (que exigem muito produto de limpeza pesada);
- Por poder ser em casa, não precisa do deslocamento entre casa e hospital, não gastando, assim, combustível;
- Não precisa dos instrumentos cirúrgicos, das luzes. Menos coisa para lavar e esterilizar;
- Crianças nascidas de parto normal (que não precisa ser o natural, nesse caso) correm menos risco de desenvolver doenças respiratórias. Isso quer dizer, menos idas ao médico, menos remédios, menos inalações….
- Também facilita a amamentação. Isso significa que existe menos chance de precisar dar leite artificial E o ganho de todos os benefícios que a amamentação tem.
- O parto natural favorece e muito a amamentação na primeira hora, que é super importante para o sistema imunológico do bebê e para a recuperação da mãe;
- E é muito mais seguro para mãe e bebê.

Já escrevi sobre isso aqui.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Dicas: Coletores Menstruais


Coletores mentruais são copinhos de silicone ou látex, usados como os absorventes internos. Ao invés de absorver a mentruação, eles guardam no copinho e a gente esvazia quando acha que deve.

É ecológico porque não gera lixo, porque é lavável, de fácil manutenção e uso.

Também não resseca as mucosas vaginais, nem tem a química dos absorventes tradicionais.


Mais detalhes, aqui.


Eu uso há mais de um ano. Direto e reto. E apanhei muito dele, mas também hoje sou master. hauhauahau.

Vou deixar algumas dicas práticas para quem pretende usá-lo ou para quem usa, mas não se acostumou, não gostou.


- Escolha o tamanho certo. Um é para mulheres que tiveram parto vaginal ou tem mais de 35 anos. O outro, para quem tem menos de 35 anos e nenhum parto vaginal. Mas nada impede que você tenha mais de 35 anos e precise do tamanho menor. Ou que você tenha menos de 35 e precise do tamanho maior. A Mooncup devolve o dinheiro se o cabinho não for totalmente cortado.


- Coloque com cuidado, com carinho. E, de preferência, lubrificado. Não precisa de um lubrificante. Água é ótima para isso. Colocar com calma, ver a posição mais adequada (algumas mulheres preferem colocar sentadas no vaso: outras, em pé. Tente de todos os jeitos e veja em qual das vezes o coletor ficou melhor colocado).


- Não coloque muito fundo, porque pode dar cólicas. E, se sentir incômodo, tire e coloque de novo.


- Se o cabinho incomodar, corte. Mas corte aos poucos. Se tiver que cortar tudo, tudo bem! Seus dedos, com certeza, vão alcançar o coletor, com ou sem cabo.


- Quando for esvaziar, tente passar uma água. Não precisa de sabão. Só água e sua mão. Se não tiver uma pia por perto, limpe com o papel higiênico a parte externa, principalmente a parte debaixo, para que não suje a calcinha. E depois seque a vagina com papel. Andar com uma garrafinha de água é ótimo para essas horas, se bem que a garrafinha não é muito ecológica.


- Entre um período e o outro, lave bem (dessa vez pode usar sabão) o coletor, seque bem e guarde em local seco e sem sol direto.


- Enquanto estiver se acostumando, use um absorvente daqueles fininhos. Pode ser o descartável ou o de pano. Evitam acidentes. Os de pano são ainda melhores porque a gente sente quando molha e temos a chance de arrumar rápido. E são mais ecológicos.


- E, por fim, tente. Tente muitas vezes, de vários jeitos. Tente, mesmo, com vontade. Se você não se acostumar, não gostar, não conseguir usar, então, doe. Dê para alguém que queira. Ou venda! Só não jogue fora.


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