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Material escolar!

Esse ano, em abril, a Melissa, minha mais velha, entra no ensino fundamental. A lista de materiais é até bem compacta, comparando com as listas das escolas particulares que eu já vi, mas ainda sim, é grande.
Daqui a duas semanas, vai haver a compra do material na própria escola, mas vem escrito na lista que a gente só deve comprar o que não tiver em casa ou não puder ser reaproveitado do pré.
Também o João entra no pré e já temos a listinha em mãos, com 20 itens e todos podem ser os que já temos em casa.
Ainda estamos pesquisando preços, pois, mesmo sendo relativamente pouca coisa, são coisas caras. Que serão utilizadas até o fim do ensino fundamental, mas caras.
E lembrei que o ano começa agora no Brasil!
Já compraram o material? Pensaram no que vai ser reutilizado, no que dá para ser doado, emprestado?
Aqui, uma matéria bem legal sobre o assunto!
Vale a leitura!
Imagem daqui.
Atividades para o final de semana
Já, para quem quiser ir, se programar!
Para quem mora em São Paulo, dia 30 (sábado) tem slingada! Também vai ter venda das Bebechilas, Fast Wraps, Mei-tais e wraps, além de fraldas de pano novas e usadas!
"Slingada é um evento criado para divulgar o uso de slings e dar apoio aos slingueiros! Em 2010, nossa slingada vai acontecer todo primeiro sábado do mês, e a de janeiro/fevereiro, excepcionalmente, é no dia 30 de janeiro, das 13h às 17h.
Nesse dia, você pode experimentar nossos carregadores de bebê, aprender a amarrar uma canga de praia e colocar o bebê dentro, experimentar outros modelos de nossa coleção pessoal (incluem fast-wraps e wraps) ou, até mesmo, aprender a usar o seu próprio sling, qualquer que seja a marca.
O evento também funciona para você encontrar mães e pais com mentalidade semelhante: pessoas que acreditam que colo e bebê foram feitos um para o outro.
Se você acha que ainda não pegou o jeito do seu carregador de pano ou se você tem vontade de entender o que é um “sling”, venha!
Anote:
Dia 30/jan (sábado) das 13h as 17h
Rua Moacir Miguel da Silva, 774
Jd. Bonfiglioli - Butantã
fone: 8383-9075
Não é necessário fazer inscrição, apareça!
ah! traga um lanchinho p/ compartilharmos.
Rosangela Alves"
E dia 31 (domingo), também em São Paulo, tem um encontro com a terapeuta corporal Ana Thomaz, com artes plásticas, shantala, banho de balde, oficina de brinquedos e jogos corporais. Mais detalhes, aqui!
O petróleo
Quando a gente ouve "petrleo", qual a primeira coisa que vem à mente? À minha, é a gasolina. E o Oriente Médio. hehe.
Só que eu, pelo menos, esqueço que existe muito mais feito de petróleo. Muitas coisas que a gente nem lembra, nem imagina.
Vendo esse post do Care2, lembrei de como a gente precisa pensar muito em cada coisa que a gente usa!
Para a gente ter uma ideia, giz de cera (por isso sou fã do giz de soja ou do giz de cera de abelhas), qualquer coisa feita de nylon (meia calça, segunda pele, calcinhas, etc etc etc), plásticos em geral, aspirina (!), cápsulas de vitamina, desodorante, cola, tinta de cabelo, chiclete…...
Aqui tem uma lista (em inglês) com um mooooonte de coisas feitas de petróleo.
E abaixo, do Planet Green, ingredientes presentes em cosméticos (xampús, condicionadores, hidratantes, sabonetes, pastas de dentes……) que são derivados do petróleo:
Petroleum
Petrolatum
Mineral Oil
Fragrance
PVP/VA Copolymer
Paraffin oil
Liquid paraffin
White petrolatum
Paraffin wax
Di-ethyl phthalate (DEP)
Di-n-butyl phthalate (DBP)
Benzyl butyl phthalate
Polyurethane
Semana passada....
Escrevi no Materna Japão sobre um estudo que diz que a amamentação reduz a ansiedade das crianças;
E no Pistache EcoBlog sobre usar roupas usadas.
A verdade sobre o aquecimento global
O vídeo está dividido em 6 partes. Juntando tudo, dá menos de uma hora.
Sinceramente, achei tão...... sensacionalista....
Juro que esperava mais.
OK, antes de ver o vídeo, também li vários artigos sobre o assunto.
Eu não sou especialista em nada disso. Eu leio o que eu posso, o que eu consigo. Eu tiro as minhas conclusões que, claro, podem estar 100% erradas.
Primeiro vou dizer porque não gostei do vídeo.
- Porque, desculpem, mas a pobreza do mundo não foi causada pelo movimento verde. A pobreza existe desde muito, muito antes.
- A energia solar é cara no modelo comercial. Existe, sim, energia solar acessível. E, exatamente por se tratar de países pobres, EU acho que a implementação da energia deva ser uma energia limpa. Mudar, depois, é muito mais difícil.
- E a energia a carvão faz tão mal para a população quanto a fumaça que eles inalam no fogo de lenha.
- Ah, eu também acho que plástico deveria ser taxado, sim, porque, mesmo supondo que o CO2 não seja o vilão da história, o bisfenol-A e o lixo plástico que sobram depois são.
- A água dos mares absorve, sim, o CO2, quando o clima está mais quente. E o que acontece? A acidez nos oceanos aumenta. E o que acontece com todos os seres que estão lá? E será que ele está absorvendo na velocidade necessária?
- OK, a porcentagem de carbono na atmosfera é mínima. Mas é um mínimo que estAVA em equilíbrio. Um equilíbrio fino e delicado, que nós quebramos.
Agora porque eu não gostei dos textos:
- T-O-D-O-S muito mal pensados, mal escritos. É típico de quem não quer abrir mão do próprio conforto e prefere pensar que está certo.
- MESMO que o dióxido de carbono não eleve a temperatura, não é motivo para ligarmos o ar condicionado e comermos nossa comida super embalada, porque o lixo também é um problema. A falta de enrgia também. Consumo consciente é a chave, né?
- Siiiim, as plantas absorvem o CO2. Mas peraí, a gente ainda tem tanta planta quanto tinha há 100 anos? Ou minha florzinha da varanda vai fazer o serviço?
A única coisa que eu gostei foi a da possibilidade de o aquecimento global não ser tão problemática.
Quem sabe, não? Claro, a temperatura da Terra tem seus sobes e desces e eu realmente acredito que a raça humana vai chegar ao fim, algum dia. Mas talvez esse dia ainda esteja longe e meus netos estejam a salvo.
Para quem viu, me diga: o que achou?
Grávida e vegetariana

Por Fulvia Andrade
Que algumas pessoas ainda tem preconceito contra os vegetarianos, todos sabem. Mas, ao saber que a moça vegetariana está grávida, aí sim, prepare os ouvidos para ouvir muita coisa absurda. Criança vegetariana então, nem se fala!!! Mas, vamos falar primeiro das grávidas. E da minha experiência.
Desde que me tornei vegetariana, já estava claro em minha mente que eu não mais comeria carne, nem mesmo na gravidez e amamentação.. E os filhos, consequentemente, seriam vegetarianos.
Assim que descobri que estava grávida, comecei a pensar: "se a médica falar besteira da dieta, nem perco meu tempo, procuro outros médicos, tem tantos por aí mesmo". Mas ela até me disse que é a melhor dieta para as gestantes, porque nutre muito bem o feto, evita o famoso intestino preso e, por ser uma alimentação mais leve e saudável, nós, gestantes, temos menos problemas com os enjoos (não que eles não existam, claro, mas eu não os tive mesmo), pressão alta e, se não abusar dos doces e refrigerantes (como algumas pessoas, sejam vegetarianas ou não, abusam), diabetes gestacional.
Mas isso não significa que eu não tive que tomar as vitaminas recomendadas, além da B12: ácido fólico e ferro. Fora isso, ter uma alimentação bem balanceada mesmo. Meu maior aliado neste quesito foi (e continua sendo) a feira que vou semanalmente, comprar minhas vitaminas em forma de frutas, verduras e legumes fresquinhos.
Outra vantagem que os vegetarianos tem é o fato de se preocuparem em ler mais sobre nutrição, aprender sobre as melhores combinações para potencializar a absorção de determinados nutrientes, quais combinações evitar, além de experimentar muito na cozinha, usar temperos naturais, abusar de sucos e frutas. Com isso, a alimentação fica muito mais balanceada e nutritiva que a alimentação onívora que, quando saudável, é composta de arroz, feijão, carne e salada de alface.
Algumas pessoas ficavam preocupadas com o fato de eu não comer carne de nenhum tipo, estar grávida e nem cogitar comer pelo menos um peixinho... Mas minha melhor resposta era, e continua sendo, a minha saúde. Claro que sempre tinha alguém que começava a falar muitas asneiras, a pior foi: se a grávida não comer carne nenhuma, o bebê nasce sem cérebro. O que eu respondi? Que isso era besteira e coisa de programa sensacionalista... depois, começaram a me deixar em paz.
Os cuidados que eu tinha com minha alimentação perduram até hoje: comer muitas verduras cruas, verduras cozidas no vapor, vegetais verdes-escuros (ricos em cálcio e ferro), leguminosas (ricas em cálcio e ferro também), cereais, grãos, sementes, oleaginosas, legumes, raízes, tubérculos, frutas (naturais ou em forma de sucos); sempre combinar alimentos ricos em ferro com aqueles ricos em vitamina C, para melhorar a absorção do ferro e evitar os laticínios depois de uma refeição rica em ferro, porque isso inibe a absorção dos dois nutrientes; fazer 5 a 6 refeições diárias, sendo as mais importantes o café da manhã e o almoço (o correto é se alimentar a cada 3 horas, com pequenos lanches entre as refeições, hora certa, sem beliscar o dia todo); beber muito líquido (de 2 a 3 litros por dia). Claro que algumas vezes escapo e como pizza, lanche... mas não é sempre e nem todos os dias. Uma coisa posso garantir: nossa alimentação mudou pra melhor depois que viramos vegetarianos. E eu fui uma grávida muito saudável, com todos os exames perfeitinhos (até a médica comentou que uma moça que ia lá estava com uma anemia séria, e comia carne todos os dias).
A barriga foi crescendo, a Letícia também foi crescendo, segui com meus exercícios (hidroginástica) e me alimentando bem. A única coisa que me arrependo foi de não ter feito acompanhamento com um nutricionista especializado em vegetarianismo, só o que fiz foi pesquisar, pesquisar e pesquisar um pouco mais, por conta própria. No meu caso, deu tudo mais do que certo, mas o que recomendo é fazer mesmo um acompanhamento. A Letícia faz e é muito saudável, obrigada.
Na foto, Fulvia linda linda linda, Letícia na barriga e Suzie.
Semana passada....
- no Materna Japão sobre as escolas japonesas e as brasileiras e como decidir em qual delas matricular as crianças;
- no Pistache EcoBlog sobre o que fazer com as roupas que as crianças já não usam mais.
Agora, me digam, sobre o que vocês gostariam de ler?
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